Implantes dentários · Presidente Bernardes/SP
Avalie opções para recuperar função e estética do sorriso.
Atendimento individualizado para implantes unitários ou totais (protocolo). Avaliação clínica presencial em Presidente Bernardes/SP.
Guilherme Peratelli Carlucci · Cirurgião-dentista · CRO-SP 136696
Avaliação individualizada
O que é
Implante dentário, em essência.
O implante dentário é um pino cirúrgico, normalmente de titânio, instalado no osso da mandíbula ou maxila para substituir a raiz de um dente ausente. Sobre esse pino é fixada uma peça protética (coroa, ponte ou prótese) que cumpre o papel da parte visível do dente.
Após a instalação, o implante passa por um período de integração biológica com o osso (osseointegração), que normalmente leva de três a seis meses. Concluída essa fase, a peça protética é instalada e o tratamento é finalizado.
Implantes podem ser unitários, múltiplos ou totais (protocolos), conforme a quantidade de dentes a serem substituídos. A modalidade adequada para cada caso é definida na avaliação clínica e nos exames de imagem.
Para quem é indicado
Indicações e limitações.
A indicação é feita após avaliação clínica e exames complementares. Os critérios abaixo são gerais; cada caso recebe análise específica.
Geralmente indicado
- Pacientes adultos com ausência de um ou mais dentes
- Saúde gengival e geral compatíveis com cirurgia
- Volume ósseo adequado (avaliado por exames de imagem)
- Expectativas funcionais e estéticas definidas
- Capacidade de manter higiene adequada e revisões periódicas
Demanda análise criteriosa
- Diabetes ou outras condições sistêmicas descontroladas
- Tabagismo intenso
- Volume ósseo reduzido (pode demandar enxerto prévio)
- Doença periodontal ativa (tratada antes do implante)
- Bruxismo severo não controlado
Protocolo
All-on-4 e All-on-6.
Reabilitação de uma arcada inteira sobre quatro ou seis implantes, sustentando uma prótese fixa.
O protocolo é indicado em situações de ausência total ou subtotal de dentes em uma das arcadas. Em vez de instalar um implante para cada dente perdido, quatro ou seis implantes são distribuídos estrategicamente para suportar uma prótese fixa completa.
A diferença entre All-on-4 e All-on-6 está no número de implantes utilizados como suporte. A escolha depende de fatores clínicos como volume e qualidade óssea, distribuição da carga mastigatória, condição geral do paciente e expectativas funcionais.
A indicação entre as técnicas é definida individualmente após avaliação. Os exames de imagem, especialmente a tomografia computadorizada, são fundamentais para esse planejamento.
Atendimento
Etapas do tratamento.
Da avaliação inicial à manutenção periódica. O acompanhamento é parte integrante do tratamento.
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01
Avaliação clínica
Exame da boca, levantamento da história odontológica e médica, conversa sobre expectativas.
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02
Exames complementares
Radiografia panorâmica e, quando indicado, tomografia computadorizada para análise tridimensional.
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03
Planejamento
Definição da modalidade, posicionamento dos implantes, escolha protética e cronograma de etapas.
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04
Procedimento cirúrgico
Instalação dos implantes sob anestesia local, em ambiente ambulatorial controlado.
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05
Osseointegração
Período de integração do implante ao osso, geralmente três a seis meses, com acompanhamento.
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06
Manutenção
Após a finalização protética, revisões periódicas mantêm o tratamento bem-sucedido a longo prazo.
Atuação
Dr. Guilherme Carlucci.
Cirurgião-dentista formado pela UNOESTE em 2019, com atuação clínica desde 2020 e foco em implantodontia. Pós-graduado em Implantodontia pela Faculdade Herrero (1.120 horas) e com imersão clínica em estética dental (Lentes de Contato Dental) pelo Valverde Veneers Concept.
Atendimento na sede em Presidente Bernardes/SP, recebendo também pacientes de Nova Pátria, Ribeirão dos Índios, Emilianópolis, Álvares Machado e demais cidades da região.
Perguntas frequentes
Dúvidas comuns.
Quem pode fazer implante dentário?
A indicação parte da avaliação clínica e dos exames de imagem (radiografia e, quando necessário, tomografia). De maneira geral, pacientes adultos com saúde bucal e geral compatíveis, volume ósseo adequado e expectativa funcional definida são candidatos ao tratamento. Condições sistêmicas exigem análise criteriosa.
Quanto tempo dura o tratamento completo?
Varia de três a oito meses na maior parte dos casos. A osseointegração (integração do implante ao osso) ocupa boa parte desse período, seguida da finalização protética. Em casos selecionados, há técnicas de carga imediata. O cronograma individual é definido no planejamento.
O procedimento é doloroso?
A cirurgia de implante é realizada sob anestesia local. Durante o procedimento, não há dor. No pós-operatório, é comum desconforto leve a moderado, controlado com analgésicos prescritos.
Quanto tempo dura um implante dentário?
Com higiene adequada, acompanhamento profissional periódico e ausência de fatores adversos (como tabagismo intenso ou doenças sistêmicas descontroladas), implantes podem se manter funcionais por muitos anos. A longevidade varia caso a caso.
Preciso de retornos depois do tratamento?
Sim. Revisões periódicas são parte integrante do tratamento, permitindo identificar precocemente alterações na saúde gengival ou na estrutura protética e fazer manutenções necessárias.
Posso fazer implante com diabetes ou outras condições?
Diabetes não é contraindicação absoluta, desde que esteja sob controle médico. Outras condições sistêmicas exigem avaliação caso a caso, frequentemente em diálogo com o médico assistente.
Qual a diferença entre implante unitário e protocolo?
O implante unitário substitui um dente isolado, com um pino e uma coroa. O protocolo (All-on-4 ou All-on-6) reabilita uma arcada inteira sobre quatro ou seis implantes que sustentam uma prótese fixa. A indicação varia conforme o caso.
É necessário enxerto ósseo?
Em alguns casos, sim. Quando o volume ósseo é insuficiente para acomodar o implante com segurança, procedimentos de enxerto podem ser indicados antes da instalação. A necessidade é identificada nos exames de imagem.
Posso fumar durante o tratamento?
O tabagismo é fator de risco para complicações na osseointegração e na longevidade do implante. A recomendação técnica é evitar o fumo, especialmente no período cirúrgico e nas semanas seguintes. Casos individuais são avaliados.
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